sábado, 27 de junho de 2009

O Plebeu e a Princesa




Vós tendes olhos de princesa

A Purpurina e a realeza

Em elos de advertência



Recriei-vos todos os hinos

Na inocência de um menino

Atravessando a adolescência



Vós tendes sonhos mui secretos

E mil castelos de concreto

Rabiscando o horizonte



Clarearei o céu escuro

Iluminando o seu futuro

Iludidamente longe



A vos doei todos os anos

Nos vossos olhos de princesa

Purpurina e desenganos

E um castelo de tristezas



Hoje sigo lentamente

Recriando o horizonte

Passo a passo, coerente.

Como monge, vou distante...



MeMorte

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