segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Gregoriano Anapéstico





VIKING


E nos braços, o doce veneno,
Este sangue, sublime hidromel,
Este fogo, gelado e cruel,
O teu vinho, solene e sereno


Uma força dos deuses, o Hell
Desenhando um celeste mais pleno,
Esplendor do pecado terreno,
A pureza de um véu carrossel.


Um dos braços a minha voz cala
E aquel’outro me lança a devassa
Voz, clamor suspiroso que fala:


Que esse Thor, o meu Deus da Desgraça
No fulgor infernal da Valhala
Meu desejo sutil satisfaça!


Rommel  Werneck